No último sábado, dia 16, as Turmas 48 e 49 fecharam com chave de ouro a Mostra de Teatro da Fundação das Artes. Com sessões lotadas, as turmas mostraram o resultado de suas pesquisas durante o Semestre. A Turma 49, com "O Dia Dele é Meu", apresentou uma versão intimista, e totalmente lírica sobre "O Pequeno Príncipe". Já a turma 48 seguiu pela linha da comédia para falar sobre a disputa de poder em uma cidade, acerca da construção de uma torre, em "A Torre em Concurso".
Aqui estão algumas fotos de "O Dia dele é Meu":
E "A Torre em Concurso":
Todas as fotos você encontra nos nossos álbuns na página do Facebook, clicando aqui.
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quarta-feira, 20 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
E a Mostra continua!
Neste sábado acontece a última apresentação de "A Torre em Concurso", com a Turma 48, às 20h, no Teatro da Fundação das Artes.
E também nesta sexta, às 20h, e sábado, às 18h e às 20h, também acontecerá na sala 25 "O Dia Dele é Meu", com a Turma 49.
Se você não tem programa para o final-de-semana, fica a dica: os eventos são gratuitos!
Esperamos vocês!
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sábado, 9 de junho de 2012
Duas estreias neste sábado agitam a Mostra de Teatro
Hoje, sábado, estreiam mais dois Exercícios na Mostra de Teatro da Fundação das Artes. As turmas dos Quarto e Quinto Períodos, às 20 horas, mostram o resultado dos estudos deste Semestre, com "O Dia dele é meu", e "A Torre em Concurso", respectivamente.
Sobre o Quarto Período, conversamos com a aluna Marcella Silveira, que nos contou um pouco sobre o processo com o texto "O Pequeno Príncipe", de Antoine de Saint-Exupéry:
"Soubemos que íamos trabalhar esse livro acho que rápido até. Começamos fazendo vários exercícios de apoios, usando 4 apoios, depois 3, 2 e 1. Passamos algumas poucas aulas com exercícios de "descoberta" do corpo e logo depois já fomos informados que talvez trabalharíamos com esse textto. Lemos e discutimos cada capítulo, dizendo o que ele transmitia a todos e tudo mais. Com o texto mais "claro" pra nós, dividimos em cenas e a cada aula pegávamos um capítulo (cada um escolhia o seu individualmente) para trazer uma cena para o próximo. Depois de um tempo dividindo e levando cenas em aula, o Celso, com ajuda da Célia, começaram a moldar mais as cenas. Não que isso tenha ocorrido no começo, mas é que antes eles davam mais dicas do que poderia ser mudado em cena, falando o que era interessante e o que podia ser descartado."
E as dificuldades?
"Não digo que foi uma dificuldade, mas como no P3 trabalhamos o lado cômico, tivemos que começar a nos "desapegar" desse lado para cair num lado mais "pesado", não sei se essa seria a palavra certa.".
Já no Quinto Período, os alunos trabalharam, com a orientação do professor Sérgio de Azevedo, o texto "A Torre em Concurso".
Então, corre pra ver, porque só tem mais dois finais-de-semana!
"O Dia Dele é Meu"
Orientação: Celso Correia Lopes
Dias 9/6, às 20h, 10/6, às 18h e 20h, 15/06 às 20h e 16/06, às 18h e 20h.
"A Torre em Concurso"
Orientação: Sérgio de Azevedo
Dias 9, 10, 11, 13 e 16/06, às 20h.
Eventos Gratuitos.
Fundação das Artes: Rua Visconde de Inhaúma, 730. Bairro Nova Gerty. São Caetano do Sul.
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quarta-feira, 30 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
Nossos Trabalhos não estão perdidos.
A Turma 46 encerrou com chave de ouro sua Temporada de Formatura, com "Trabalhos de Amor Perdidos", no último dia 20 de Maio.
Depois de uma temporada de sucesso, com uma média de público de 70 pessoas, os alunos agora se preparam para a reta final, a apresentação do Trabalho de Pesquisa Teatral, o famoso TPT, que tem data prevista para apresentação para o dia 25 de junho.
Enquanto este dia não chega, confiram a surpresa que nós recebemos de nossa Equipe Técnica, que preparou com muito carinho uma festa de despedida, antes da última apresentação:
Depois de uma temporada de sucesso, com uma média de público de 70 pessoas, os alunos agora se preparam para a reta final, a apresentação do Trabalho de Pesquisa Teatral, o famoso TPT, que tem data prevista para apresentação para o dia 25 de junho.
Enquanto este dia não chega, confiram a surpresa que nós recebemos de nossa Equipe Técnica, que preparou com muito carinho uma festa de despedida, antes da última apresentação:
(Nossos "diplomas", com as fotos de todos da Equipe Técnica e chaveirinhos em formato de maçã!)
(Vinte apresentações! Faz um pedido!)
(A Paula Carrara diria que não é bom comer chocolate antes da apresentação... hehe)
A Equipe Técnica está incompleta e um tanto ofuscada pelas bexigas, mas o que fica é nosso eterno OBRIGADA!
Evoé!
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sexta-feira, 11 de maio de 2012
Últimas semanas de "Trabalhos de Amor Perdidos"
Para quem ainda não foi, e para quem foi e quer ir de novo: a temporada da Turma 46 de Teatro com "Trabalhos de Amor Perdidos" está quase acabando!
Só vai até dia 20 de maio. Você tem duas semanas para conferir os "trabalhos", então, programe-se!
Foto: Leoni Ferraresi
"Trabalhos de Amor Perdidos", com o Núcleo 46 de Teatro. Direção: Celso Correia Lopes
Dias 12, 13, 19 e 20 de Maio. Sábados, às 20h. Domingos, às 19h.
Ingressos: R$10,00.
Só vai até dia 20 de maio. Você tem duas semanas para conferir os "trabalhos", então, programe-se!
Foto: Leoni Ferraresi
"Trabalhos de Amor Perdidos", com o Núcleo 46 de Teatro. Direção: Celso Correia Lopes
Dias 12, 13, 19 e 20 de Maio. Sábados, às 20h. Domingos, às 19h.
Ingressos: R$10,00.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
"Sub- Pop- Opera" no Teatro Itália
Fotos: Ana Paula Lazari
Amanhã, dia 3 de maio, às 21 horas, a cia. O Maravilhoso Escritório Teatral estreia no Teatro Itália o espetáculo "Sub- Pop- Ópera dos Mendigos", que tem direção de nosso querido professor, Celso Correia Lopes, e também a atuação de vários ex- alunos da Fundação das Artes, num total de 28 atores e músicos.
A peça, inspirada no clássico de John Gay "Ópera dos Mendigos", e adaptada para a realidade brasileira a partir de estudos do grupo, transforma a relação entre McNavalha e Polly num espetáculo musical que é, ao mesmo tempo, decadente e luxuoso, ao abordar os bastidores da busca pelo amor e pela fama, e a disputa por dinheiro. Além da trama envolvente, o público é levado a conferir canções populares, como Sidney Magal, Gretchen, e Ivete Sangalo, além das composições próprias, que tiveram a direção musical de Reinaldo Sanches.
domingo, 11 de março de 2012
Com a palavra... Celso Correia Lopes
Com a estreia da Turma 46 chegando (dia 17 de março, às 20h), entrevistamos o Diretor Celso Correia Lopes sobre o processo de "Trabalhos de Amor Perdidos". Você confere a entrevista na íntegra:
Como está a ansiedade antes da estreia?
Quando se monta Shakespeare pela primeira vez, a ansiedade já começa desde que se escolhe fazê-lo. Embora seja uma comédia (e no fundo a gente sempre acha que seja mais fácil) o processo exigiu muito de todos. Foi uma imersão no universo Shakesperiano, uma imersão na texto e principalmente uma imersão nas ações, uma vez que a estrutura textual e sua forma de escrita nos levam para um "engessamento" da cena. Nosso maior trabalho foi, e está sendo, fazer as ações fluirem no palco.
Como foi a escolha do texto? Por que montar Shakespeare?
Existem muitas discussões a esse respeito. Por que montar Shakespeare num momento em que a obra teatral é infinita? Da minha parte, fiz nesses últimos anos muitos processos colaborativos cujas questões permeavam na busca do que é ser, ou seja, o ser humano em seu extrato, independente das suas escolhas filosóficas e éticas. A mais potente nessa minha levada foi o espetáculo "O que não disseram", depois de muito experimentar a gente vai se desgastando e começa a arejar a cabeça com outros meios de realização. Daí fui para a comédia, fiz um outro espetáculo inspirado na Opereta "A ópera dos mendigos", de John Gay e em seguida fui persuadindo o elenco a fazer Shakespeare e a fazer comédia. Essa "persuasão", para mim, era justamente o ponto de intersecção entre diretor e grupo. O grupo havia passado, em seus ultimos processos, por textos muito coloquiais e alguns de cunho social. A ideia é sempre gerar repertório, e assim o texto clássico viria justamente para equilibrar as experiências do grupo. Já havia da minha parte uma curiosidade sobre Shakespeare e então agucei o grupo para a investigação do texto clássico. Nisto tudo somou a pesquisa do texto e suas potencialidades na encenação. "Trabalhos de amor perdidos" vinha de encontro com o grupo, como o momento de vida do grupo. São jovens que precisam fazer escolhas a todo momento e essas escolhas refletem em felicidades ou arrependimentos. "Trabalhos" também fala disso e então a gente juntou tudo no caldeirão e fomos em busca de um espetáculo.
Esta peça, "Trabalhos de Amor Perdidos", se mostra atual? Qual a trama central?
O texto tem essencialidades humanas, e partindo por este viés ele é atual. É óbvio que o conteúdo "Shakespeareano" não é atual, ele tem enredo e escrita que podemos chamar até de ultrapassados. Mas como ele constrói o enrendo é genial. Inclusive Eduardo Berton (o diretor musical) e eu estávamos discutindo isso - a consciência do autor na divisão dos atos, na circulação de personagens e de como uma trama simples é interessante. Se temos um texto bom, numa forma antiga, fica então a encenação responsável a dar o olhar contemporâneo. O enredo é de Shakespeare, né? Então amor à primeira vista, troca de cartas e disfarces estão na comédia. Também tem a nobreza e os bufões, mas na coméida o mais legal é que o nobre também se junta ao camponês em matéria de amor. O Rei de Navarra e seus conselheiros (Berowne e Longaville) assinam um tratado polêmico a fim de tornar Navarra uma pequena universidade. O lema é estudar. As alegrias típicas dos jovens, bem como suas descobertas estão proibidas. Porém, chega a Navarra a fim de definir um empasse entre Reinos a princesa de França, acompanhadas por suas damas Rosaline e Katherine. Daí em diante já dá para imaginar o que vai acontecer.
Celso e Lígia Campos, que orientou os alunos para a Comédia, em um dos ensaios da Turma.
Quais foram as dificuldades do grupo em usar um texto que não faz parte das obras clássicas deste autor? E por que uma comédia?
Já disse que o texto é simples e que o autor tem genialidade em conduzi-lo, então o trabalho do processo está justamente na descoberta das entrelinhas, nuances, tempos e ações. A dificuldade está em traduzi-lo para uma coloquialidade de fala e ação. Quando se fala em Shakespeare todo mundo enche o peito para fazer. Também não temos uma visão sobre nobreza (tudo bem que o Brasil foi corte e tudo mais), mas não está no nosso sangue essa relação de Rei e Rainha. Então entender as ações e relações desses nobres foi um processo longuíssimo de repetição. Os bufões também nos deram muito trabalho, a compreensão da comédia e suas convenções foram exaustivamente experimentados. Todo mundo acha que drama é difícil. Isso é coisa do Aristóteles. Comédia é uma arte difícil, porque é uma arte da precisão, do carisma, da percepção e do reconhecimento do público. Essa investigação a gente carrega pro resto da vida.
Diga algumas palavras sobre William Shakespeare.
Shakespeare é ótimo. Mas sempre temos maravilhosas montagens dos mesmos textos. Acredito que temos que difundir mais o repertório do autor. Que precisamos levar essas obras consideradas problemáticas e montá-las, dar vida, achar soluções para elas.
"Trabalhos de Amor Perdidos" estreia dia 17 de março, com temporada até 20 de maio.
Sábados, às 20h. Domingos, às 19h.
Ingressos: R$10,00 inteira; R$5,00 meia.
Na Fundação das Artes.
terça-feira, 6 de março de 2012
Estreia de "Trabalhos de Amor Perdidos" adiada
É mais uma semaninha, mas a espera será recompensada!
Não percam e repassem a informação!
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quinta-feira, 1 de março de 2012
A Trajetória da Turma 46
Enquanto a estreia não chega, vamos fazer um pouco mais de mistério e deixar as fotos dos processos para depois. A Turma 46, que se forma neste Semestre, teve um longo caminho percorrido, desde 2009, quando fomos recebidos no Galope pela Turma 45. Quem não se lembra das máscaras e presentes que ganhamos de nossos padrinhos? Naquela época a turma era grande, éramos em vinte alunos:
E ainda, neste semestre, apresentamos o "Justa Cólera", dirigido por Tin Urbinatti, com textos de Plínio Marcos:
Foram três anos, e três meses, desde então. Aos que não puderam concluir o curso conosco, e aos que continuaram em outras Turmas, nossa estreia no dia 11 de março é dedicada também a vocês: Carla, Sólon, Thaís, Tamires, Wallace, Diego, Thalita, Joyce, Laís, Edu, Marcelo, Felipe. E claro, também nossos professores, orientadores, mestres, que vieram do nosso primeiro semestre, até agora: Celso Correia Lopes, Pedro Alcântara, Ana Luíza Icó, Warde Marx, Paulinho, Alexandre Dressler, Sérgio de Azevedo, Edmilson, Célia Luca, Melissa Aguiar, Paula Carrara, Tin Urbinatti, Vanessa, Lídia Zózima e Lígia Campos. Obrigada e até dia 11 de março!
Sofremos uma perda no caminho (nossa querida Carla trancou a matrícula), e no final do P1 apresentamos a Prova Tripla, que é a nossa primeira oportunidade de termos a experiência de conceber uma cena e apresentá-la, ainda que só para os professores:
E o nosso Galope? Foi, no mínimo, polêmico! Tomamos a decisão de fazermos apenas uma parte dele aberto a todos, o apadrinhamento, e a festa para nossos afilhados seguiu fechada. Foi um banquete, e notem a coincidência, o tema era Shakespeare:
Sobrevivemos ao P2 (não todos, pois mais alguns ficaram pelo caminho, deixando saudades), e seguimos firmes e fortes, ansiosos para a nossa primeira apresentação de um Exercício Cênico. "Trinca de Damas" foi dirigido pelo querido Pedro Alcântara, e foi inesquecível para todos. Grandes textos de grandes damas do teatro brasileiro foram levados à sala 25:
No P3, também tivemos as memoráveis aulas de Maquiagem com a não menos memorável Ana Icó. Aqui vão algumas fotos de todo o Semestre, divertido, e trabalhoso:
E ainda, neste semestre, apresentamos o "Justa Cólera", dirigido por Tin Urbinatti, com textos de Plínio Marcos:
No quarto semestre, além das lindas aulas de canto com o Daniel, apresentamos "Selado: {Digitado & Manuscrito}, com textos de cartas, que iam desde Saramago e Cacilda Becker, até Oscar Wilde. Mal sabíamos que o Celso, que nos dirigiu neste Semestre, seria o nosso diretor de Formatura:
E, finalmente, no quinto Semestre, antes de começarmos nosso processo de Formatura, mais uma vez Pedro Alcântara nos orientou em "O Último Carro", de João das Neves:
Foram três anos, e três meses, desde então. Aos que não puderam concluir o curso conosco, e aos que continuaram em outras Turmas, nossa estreia no dia 11 de março é dedicada também a vocês: Carla, Sólon, Thaís, Tamires, Wallace, Diego, Thalita, Joyce, Laís, Edu, Marcelo, Felipe. E claro, também nossos professores, orientadores, mestres, que vieram do nosso primeiro semestre, até agora: Celso Correia Lopes, Pedro Alcântara, Ana Luíza Icó, Warde Marx, Paulinho, Alexandre Dressler, Sérgio de Azevedo, Edmilson, Célia Luca, Melissa Aguiar, Paula Carrara, Tin Urbinatti, Vanessa, Lídia Zózima e Lígia Campos. Obrigada e até dia 11 de março!
Por Carolina Ferraresi
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Comunicado Importante
Nós, da Turma 46, gostaríamos de lembrá-los sobre um evento importante para todos, um novo Tratado para todos os estudantes da Fundação, que irá vigorar a partir de Março...
"Declaramos que, por meio desta, fica decretado que, qualquer pessoa, homem ou mulher, estudante matriculado na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, estará proibido de se aproximar de outra pessoa, do sexo oposto, enquanto durarem seus estudos dentro da Instituição. Mulheres não devem se aproximar de homens, e vice- versa. Para isto, horários de aulas serão separados, em cada turma, por gênero. Durante o dia: homens. Durante a noite: mulheres. Assim, não criaremos nenhum contratempo ou transtorno para nossos alunos."
Você já sabia disso? O que acha desta decisão? Em breve, fique sabendo de mais respostas.
Obs.: sim, esta é uma decisão fictícia, e não tem nenhuma base verídica em qualquer regulamento da Fundação das Artes. Quer saber mais? Estreamos em Março!
Com carinho,
Turma 46
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Não percam!!! Sub pop ópera dos Mendigos!!!
Espetáculo teatral sob direção do nosso querido professor e coordenador da escola de teatro Celso Correia Lopes e direção musical de Reinaldo Sanches estreia em São Bernardo do Campo!!! Inspirida no Ópera dos Mendigos de John Gay, a Sub pop Ópera dos Mendigos conta com um elenco de mais de 20 atores e atrizes, vários deles ex-alunos da Fundação...
Não deixe de prestigiar!!!

Inspirado na obra A Ópera dos Mendigos de John Gay
com o Maravilhoso Escritório Teatral
Texto | Celso Correia Lopes
Direção Musical | Reinaldo Sanches
Direção Geral | Celso Correia Lopes e Reinaldo Sanches
Dias 04 e 05 de novembro (sexta e sábado), às 21h
Dia 06 de novembro (domingo), às 19h
Teatro Municipal Lauro Gomes
Rua Helena Jacquey, 171, Rudge Ramos
São Bernardo do Campo
Info - 4368-3483
Entrada Franca
Indicação | 16 anos
Elenco:
Aleksandro de Oliveira
Angelo Nunes
Caio Merseguel
Carlos Lobão
Celso Correia Lopes
Ellen Nicole
Felipe Jóia
Felipe Scalzaretto
Gabriela Pompermayer
Gina Soares
Julia Iamnhuque
Junior Docini
Luciana Castellano
Marcos Lanza
Michele Narcizo
Nayara Meneghelli
Paula Venancio
Roberta Giotto
Rosana Rox
Tatiana Rodrigues
Tiago Cuzzyboy
Victor Merseguel
Welton Motta
Músicos:
Adriano Bini – guitarra / violão
Fabio Mosca - percussão
Leo - bateria
Rafael Nakazato – baixo acústico
Reinaldo Sanches - piano
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