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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Encerramento da Mostra de Teatro

No último sábado, dia 16, as Turmas 48 e 49 fecharam com chave de ouro a Mostra de Teatro da Fundação das Artes. Com sessões lotadas, as turmas mostraram o resultado de suas pesquisas durante o Semestre. A Turma 49, com "O Dia Dele é Meu", apresentou uma versão intimista, e totalmente lírica sobre "O Pequeno Príncipe". Já a turma 48 seguiu pela linha da comédia para falar sobre a disputa de poder em uma cidade, acerca da construção de uma torre, em "A Torre em Concurso".

Aqui estão algumas fotos de "O Dia dele é Meu":





E "A Torre em Concurso":





Todas as fotos você encontra nos nossos álbuns na página do Facebook, clicando aqui.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Inscrições Abertas


As inscrições para os cursos livres e técnicos começam hoje!





Compartilhem arte!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

"Crônicas de Pecados Anunciados", com a Turma 50

A Turma 50 também apresenta-se neste dia 2, logo depois da Turma 51, às 20h, com o Exercício "Crônicas de Pecados Anunciados", baseado em textos de Nelson Rodrigues.

Sobre a peça (retirado do link, clique aqui)

Com a proposta de investigar a interpretação e a estética realista durante o terceiro semestre, o exercício da Turma 50 apresenta quatro contos presentes na obra ‘‘A Vida Como Ela É’’, de Nelson Rodrigues.
Os contos escolhidos fo...ram ‘‘Escorpião de Banheiro’’, ‘‘Quem Morre Descansa’’, ‘‘Humilhação de Homem’’ e ‘‘O Marido Fiel’’.
Os 9 alunos apresentam 17 personagens, entre trocas e formações de coro, que segundo a visão de Nelson Rodrigues, poderiam ser encontrados dentro da sociedade.
Com o trabalho, a Turma comemora também o centenário de Nelson Rodrigues (23/08/2012).

Turma 50 (3º período do Curso Técnico de arte Dramática)
Orientação - Pedro Alcântara
Integrantes - Ana Karolina Araújo, Carlos Fonseca, Douglas Litaldi, Jéssica Alexandre, Joelma Schmidt, Marcela Cavalcanti, Marcia Oliveira, Maria Carolina Dias e Mariana Assunção.

APRESENTAÇÕES

02/06/2012 (Sábado) - 20:00 hs
03/06/2012 (Domingo) - 20:00 hs
04/06/2012 (Segunda-Feira) - 20:00 hs
* A bilheteria abre sempre 1 hora antes de cada sessão. Ingressos gratuitos.
Fundação das Artes de São Caetano do Sul
Teatro Timochenco Wehbi
Rua Visconde de Inhaúma, 730
Bairro Nova Gerty
São Caetano do Sul - SP

TURMA 50

Iniciada no primeiro semestre de 2011 e atualmente composta por 9 alunos, a Turma 50 está no 3º período do Curso Técnico de Arte Dramática da Fundação das Artes.
Em seu 2º período apresentou o exercício cênico ‘‘O diário de Anne Frank’’, baseado no texto, de mesmo nome, de Frances Goodrich e Albert Hackett, e com a orientação da professora Ana Paula Demambro.
Agora, no 3º período apresenta ‘‘Crônicas de Pecados Anunciados’’, o segundo exercício cênico aberto ao público realizado pela turma.




"As Criadas", de Jean Genet



Abrindo a Mostra de Teatro de 2012 da Fundação das Artes, a Turma 51 apresenta seu primeiro Exercício Cênico, baseado no texto de Jean Genet, "As Criadas".


A peça, que estreou originalmente em 1947, foi alvo de muita polêmica na época, pois criticava a sociedade burguesa da época e expunha estruturas conturbadas e diferenças sociais. Genet, que era homossexual, filho de uma prostituta e pai desconhecido, foi adotado por um casal em Borgonha. Sua juventude foi marcada por escândalos e ele passou parte de sua vida em reformatórios e prisões, sempre escrevendo. Morreu em 1986, depois de tentar o suicídio após a morte de seu companheiro, e depois de ter se envolvido em inúmeras causas sociais e políticas. 


Conversamos com a aluna Amanda Furlan sobre o Exercício, e ela mesma disse que, assim como a peça e seu autor, o processo também foi bastante conturbado: "O fato de sermos só em três pessoas dificultou bastante, sabe? Tanto para ajudar com coisas da produção, quanto pra motivação no geral. A questão da produção deu muito trabalho, talvez não só por sermos em três pessoas, mas por falta de experiência também. Passamos por momentos desesperadores(...)". Mas nem tudo foi tão sofrido. Ela contou que a orientação da professora Ana Paula Demambro foi muito importante nesta ocasião, e que ela conseguiu fazê-las enxergar a situação sob uma perspectiva diferente, "...o que com certeza nos ajudará nos próximos processos", disse Amanda. 


Sobre o Exercício, ela ainda nos contou que o texto sofreu inúmeros cortes de cena e mudanças, por causa da quantidade de atrizes. Como ela mesma definiu, a encenação seria realista, mas um pouco diferente, "com umas loucuras no meio". 


O convite está feito. Se você quiser conhecer um pouco da obra deste autor tão intrigante, Jean Genet, e a Turma 51, confira os horários de apresentações:


"As Criadas", com a Turma 51.
Integrantes: Amanda Furlan, Amanda Regina e Juliana Lacerda
Orientação: Ana Paula Demambro


Dias 2, 3 e 5 de Junho. 
Sábado e Domingo, às 18h e 20h. Terça, às 20h. 
Evento gratuito. A bilheteria abre uma hora antes. Lugares limitados. Sala 25.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Comemoração dos 44 anos da Fundação

As comemorações dos 44 anos da Fundação das Artes já começaram, e neste final-de-semana acontecem diversas atrações espalhadas pelos espaços de cultura da cidade.

Alguém sabia que a Fundação foi construída para ser uma faculdade de Economia? Milton Andrade, em 1968, tomou a escola, trouxe pianos importados doados, e avisou a todos que estava fundada, ali, nossa Escola. Por causa disso, existe o projeto para homenagear Milton Andrade e mudar o nome da nossa Escola. Milton foi diretor geral por 14 anos e teve enorme importância na nossa História.



(A peça "Trabalhos de Amor Perdidos", que faz parte das comemorações, e nos dias 28 e 29 de abril acontecerá com Entrada Franca.)

A programação completa das comemorações, que vão até dia 29 de abril, você encontra aqui:
http://fascs.com.br/pdf/comemora_44_anos.pdf




quinta-feira, 12 de abril de 2012

Com a palavra... Simone Zaidan

No começo deste ano, a Fundação recebeu a mais nova profissional da casa, a professora Simone Zaidan, 36 anos. Ela está dando aulas para o curso Básico, um dos cursos livres de teatro da Fundação, e para o Projeto Viva Arte. Por enquanto, vamos conhecer mais da vida dela, e seu trabalho na Fundação, nesta entrevista realizada na última sexta- feira, dia 6 de abril.

Qual é a sua formação em Teatro, Simone? 
Minha formação é Licenciatura em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas, me formei em 1999 pela Unesp. Eu fui a segunda turma a me formar, até então lá só tinha Artes Plásticas e Música. Já fazia Teatro antes, e queria dar aula de Teatro, já era esta a minha intenção, tendo a formação como arte- educadora. Este currículo nem existe mais na Unesp, a pessoa já entra direto em licenciatura em Artes Cênicas, é até mais interessante, mas naquela época era assim. Ao mesmo tempo, no segundo ano da Faculdade, eu fui fazer Indac, que é um curso profissionalizante em São Paulo, e me formei lá como atriz. Depois disso, fiz especialização em Artes Cênicas, fiz Mestrado...

E como foi o seu começo no Teatro, com que idade começou a fazer? Você sempre quis trabalhar com isto?
Eu sempre quis, sempre tive a ideia de ser professora, mas também sempre quis ser atriz. Eu tinha 15 anos quando comecei a fazer Teatro amador no colégio, lá no interior de Ribeirão Preto, eu sou de lá. Eu fazia Anglo, e tinha um curso extra- curricular de Teatro, e fiquei os três anos do colégio fazendo Teatro. Gostava muito. Então eu comecei ali e não parei mais. Fiz um ano de Cursinho, e neste ano, eu participei do curso de Teatro da Usp, o Tusp, como ele é chamado lá.

E como está sendo esta nova fase, na Fundação? 
Ainda estou conhecendo as salas, tem super pouco tempo, né? Esta sala mesmo eu nem tinha entrado nela (risos). Mas tem sido muito bacana, estou gostando muito, é uma escola muito acolhedora e muito ativa, a gente vê as coisas acontecendo o tempo inteiro. Me lembra muito a Unesp, as salas são multifuncionais, tem o piano do lado... Essa proximidade das linguagens é muito interessante para todo mundo, desde que haja diálogo e que as pessoas procurem um diálogo. Ainda estou me surpreendendo, conhecendo as pessoas. É um lugar muito vivo aqui.

E como é dar aula pra faixa etária atendida pelos cursos Básico e do Viva Arte (dos 16 anos em diante)?
Pra esta faixa etária, eu já havia dado Oficinas, não cursos regulares. Cursos regulares que eu dei, foram mais para adolescentes mesmo. Para adultos, sempre em oficinas, cursos livres, esporadicamente. No Viva Arte, ainda dei poucas aulas, apenas três, para duas turmas, para adolescentes. Eu gosto também, é uma fase mais inquieta.

E quais são as diferenças do Básico para o Viva Arte? Qual o foco de cada um?
Eu vejo que os alunos que procuram o Básico, além de serem mais velhos,  tem uma expectativa em relação ao aprendizado da linguagem teatral. Mesmo que eles não falem isso formalmente, eles tem referências e se miram nestas referências. E no Viva, é muito mais a diversão, a socialização, eles aprendem coisas jogando, é outro enfoque. Eles aprendem muita coisa de Teatro, mas sem perceber, sem ter aquela coisa acadêmica. E já no Curso Básico, a gente já pode falar de linguagem, trazer textos, lidar com questões de interpretação. Um é mais técnico, o outro é mais jogo.

Você acha, então que o Curso Básico pode ser uma porta de entrada para o aluno querer cursar o Profissionalizante?
Me disseram que muitos desistem diante do desafio do Profissionalizante, que exige muito mais dedicação do que eles imaginavam. Acho que isto pode acontecer, mas eu me surpreendi porque muitos querem fazer. Foi uma surpresa, porque eu achei que eles estivesse mais descompromissados, mas não estão. Não sei se todos vão prestar, aqui não é um curso preparatório, mas meu conselho foi para eles aproveitarem, e que se quiserem, tudo o que eles veem aqui será útil. A maioria não tinha experiência nenhuma, então com certeza o curso prepara, porque tem que ter noção do que é, se dedicar, ler textos, cumprir horários...

Como o professor de Teatro lida com assuntos tão delicados dos alunos, que às vezes trazem problemas pessoais? O papel do professor de Teatro é importante nesta questão? 
Isso acontece, depende de cada caso, mas eu já cheguei a ter que procurar a família, você não pode ser omisso. Mas também, dependendo do caso, cabe uma conversa com o grupo, às vezes até em cena, ou então delimitar que ali não é o espaço para aquilo. O professor de teatro precisa sentir no que ele pode agir, é mais delicado. Adolescente, a gente pode e até deve aconselhar mais, mas com adultos, seriam mais conselhos. Quando a pessoa traz um problema, ela quer compartilhar com o grupo. Não é psicodrama, nem terapia, mas existe um espaço para isso, sim.

E como está sendo o começo dos trabalhos com as turmas?
Eles estão se conhecendo, e eu também estou conhecendo os alunos, então os jogos estão voltados para isto. No Viva, é muito jogo, e em ambos, tem uma avaliação no final de cada aula. Estou levando alguns textos, fazemos algumas cenas. Mais pro final do curso devemos ter uma Aula Aberta, também. Meus alunos já tem a tarefa de ver peças, a da Formatura e mais algumas outras, para começar a treinar o olhar, porque muitos viram poucas peças.



A professora Simone Zaidan

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Reportagem do Diario do Grande ABC confirma a espera pela Reforma

Pois é. Parece que, mais uma vez, a Prefeitura de São Caetano do Sul descumpriu mais uma promessa. Março era a data limite para o começo da Reforma, que foi tanto discutida e alvo de um abaixo- assinado por parte dos alunos, devidamente entregue às autoridades no ano passado. Depois de nos reunirmos neste ano para sabermos o que seria feito, se teríamos uma Manifestação ou não, esta matéria, publicada no site do Diário do Grande Abc, confirmou o que já temíamos: a Reforma não deve sair neste ano.

Confira a matéria de Sara Saar no link.
Resta saber qual será a decisão por parte de alunos a respeito do descaso da Prefeitura. Por enquanto, esperamos, mais uma vez.

domingo, 11 de março de 2012

Com a palavra... Celso Correia Lopes


Com a estreia da Turma 46 chegando (dia 17 de março, às 20h), entrevistamos o Diretor Celso Correia Lopes sobre o processo de "Trabalhos de Amor Perdidos". Você confere a entrevista na íntegra: 

Como está a ansiedade antes da estreia?
Quando se monta Shakespeare pela primeira vez, a ansiedade já começa desde que se escolhe fazê-lo. Embora seja uma comédia (e no fundo a gente sempre acha que seja mais fácil) o processo exigiu muito de todos. Foi uma imersão no universo Shakesperiano, uma imersão na texto e principalmente uma imersão nas ações, uma vez que a estrutura textual e sua forma de escrita nos levam para um "engessamento" da cena. Nosso maior trabalho foi, e está sendo, fazer as ações fluirem no palco.

Como foi a escolha do texto? Por que montar Shakespeare?
Existem muitas discussões a esse respeito. Por que montar Shakespeare num momento em que a obra teatral é infinita? Da minha parte, fiz nesses últimos anos muitos processos colaborativos cujas questões permeavam na busca do que é ser, ou seja, o ser humano em seu extrato, independente das suas escolhas filosóficas e éticas. A mais potente nessa minha levada foi o espetáculo "O que não disseram", depois de muito experimentar a gente vai se desgastando e começa a arejar a cabeça com outros meios de realização. Daí fui para a comédia, fiz um outro espetáculo inspirado na Opereta "A ópera dos mendigos", de John Gay e em seguida fui persuadindo o elenco a fazer Shakespeare e a fazer comédia. Essa "persuasão", para mim, era justamente o ponto de intersecção entre diretor e grupo. O grupo havia passado, em seus ultimos processos, por textos muito coloquiais e alguns de cunho social. A ideia é sempre gerar repertório, e assim o texto clássico viria justamente para equilibrar as experiências do grupo. Já havia da minha parte uma curiosidade sobre Shakespeare e então agucei o grupo para a investigação do texto clássico. Nisto tudo somou a pesquisa do texto e suas potencialidades na encenação. "Trabalhos de amor perdidos" vinha de encontro com o grupo, como o momento de vida do grupo. São jovens que precisam fazer escolhas a todo momento e essas escolhas refletem em felicidades ou arrependimentos. "Trabalhos" também fala disso e então a gente juntou tudo no caldeirão e fomos em busca de um espetáculo.

Esta peça, "Trabalhos de Amor Perdidos", se mostra atual? Qual a trama central?
O texto tem essencialidades humanas, e partindo por este viés ele é atual. É óbvio que o conteúdo "Shakespeareano" não é atual, ele tem enredo e escrita que podemos chamar até de ultrapassados. Mas como ele constrói o enrendo é genial. Inclusive Eduardo Berton (o diretor musical) e eu estávamos discutindo isso -  a consciência do autor na divisão dos atos, na circulação de personagens e de como uma trama simples é interessante. Se temos um texto bom, numa forma antiga, fica então a encenação responsável a dar o olhar contemporâneo. O enredo é de Shakespeare, né? Então amor à primeira vista, troca de cartas e disfarces estão na comédia. Também tem a nobreza e os bufões, mas na coméida o mais legal é que o nobre também se junta ao camponês em matéria de amor. O Rei de Navarra e seus conselheiros (Berowne e Longaville) assinam um tratado polêmico a fim de tornar Navarra uma pequena universidade. O lema é estudar. As alegrias típicas dos jovens, bem como suas descobertas estão proibidas. Porém, chega a Navarra a fim de definir um empasse entre Reinos a princesa de França, acompanhadas por suas damas Rosaline e Katherine. Daí em diante já dá para imaginar o que vai acontecer.

Celso e Lígia Campos, que orientou os alunos para a Comédia, em um dos ensaios da Turma.

Quais foram as dificuldades do grupo em usar um texto que não faz parte das obras clássicas deste autor? E por que uma comédia?
Já disse que o texto é simples e que o autor tem genialidade em conduzi-lo, então o trabalho do processo está justamente na descoberta das entrelinhas, nuances, tempos e ações. A dificuldade está em traduzi-lo para uma coloquialidade de fala e ação. Quando se fala em Shakespeare todo mundo enche o peito para fazer. Também não temos uma visão sobre nobreza (tudo bem que o Brasil foi corte e tudo mais), mas não está no nosso sangue essa relação de Rei e Rainha. Então entender as ações e relações desses nobres foi um processo longuíssimo de repetição. Os bufões também nos deram muito trabalho, a compreensão da comédia e suas convenções foram exaustivamente experimentados. Todo mundo acha que drama é difícil. Isso é coisa do Aristóteles. Comédia é uma arte difícil, porque é uma arte da precisão, do carisma, da percepção e do reconhecimento do público. Essa investigação a gente carrega pro resto da vida.

Diga algumas palavras sobre William Shakespeare.
Shakespeare é ótimo. Mas sempre temos maravilhosas montagens dos mesmos textos. Acredito que temos que difundir mais o repertório do autor. Que precisamos levar essas obras consideradas problemáticas e montá-las, dar vida, achar soluções para elas.
















 "Trabalhos de Amor Perdidos" estreia dia 17 de março, com temporada até 20 de maio. 
Sábados, às 20h. Domingos, às 19h. 
Ingressos: R$10,00 inteira; R$5,00 meia. 
Na Fundação das Artes. 

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Fundação das Artes abre inscrições para turmas de 2012

 
 
 
 A partir desta quinta-feira (3/11), a Secretaria Municipal de Cultura (Secult) da Prefeitura de São Caetano do Sul e a Fundação das Artes abrem inscrições para os testes classificatórios dos cursos livres e profissionalizantes das escolas da Fundação, cujas aulas terão início em fevereiro de 2012. Os interessados podem se inscrever até o dia 8 de dezembro, na Fundação das Artes (Rua Visconde de Inhaúma, 730, Bairro Nova Gerty), de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h30, e aos sábados, das 9h às 12h.

Entre no site e conheça a escola!!!

As vagas são para as escolas de Teatro, Dança, Música e Artes Visuais. O curso de Artes Visuais para adultos é dividido nos módulos cerâmica, gravura, pintura, desenho, aquarela e história da arte. Crianças a partir de cinco anos podem se inscrever, mas é preciso ter conhecimento em desenho. Na dança, poderão se inscrever os interessados em balé clássico, a partir dos oito anos (a idade varia de acordo com o nível), e dança contemporânea, a partir dos 12.

Já para os cursos livres de teatro é preciso ter entre sete e 18 anos. Os maiores de 18 anos podem se inscrever no curso profissionalizante, que tem duração de sete semestres. Para os cursos de música, crianças a partir dos cinco anos podem fazer inscrições para a iniciação instrumental e aquelas com idade igual ou superior a 12 anos poderão iniciar o aprendizado básico também com instrumentos. Há ainda vagas para o curso técnico profissionalizante em música, com habilitação em instrumento ou canto.

Os documentos necessários para inscrição são duas fotos 3x4, cópias simples da cédula de identidade ou certidão de nascimento e do comprovante de residência. No ato da matrícula é preciso efetuar o pagamento de uma taxa no valor de R$15. Mais informações na Fundação das Artes, pelo telefone 4238-3030, pelo email fascs@fascs.com.br ou portal www.fascs.com.br.

FASCS – As inscrições para os testes classificatórios das escolas da Fundação das Artes podem ser realizadas entre os dias 3/11 e 8/12 (Foto: Divulgação)


Texto: Paula Caetano

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Encontros - Warde Marx e Bertolt Brecht na Fundação

Você sabia que o curso de teatro da FASCS só tornou-se profissionalizante em 1986? E que naquela época o curso só durava dois anos? Pois é... E ainda: Você sabia que o professor Warde Marx foi da primeira turma de teatro profissionalizante da Fundação das Artes e que este foi também o primeiro ex-aluno a se tornar professor da escola, em 1990, lecionando na matéria de História do Teatro Brasileiro? Pois é... E tem mais: Alguém consegue imaginar de que autor era o texto que a turma do Warde escolheu para montar no 3º período? Vou dar uma dica: era um alemãozinho "muito do envocado"... Pois é... Ele mesmo: Bertolt Brecht. E não foi uma peça só não. A Turma 01 do curso profissionalizante de teatro da Fundação em seu 3º período montou Fuzis da Senhora Carrar e Nós os aceitamos, ambos sob direção do mestre Alexandre Mate. O primeiro exercício é uma peça de Brecht mesmo e, o segundo, uma peça biográfica que o Warde escreveu em homenagem ao autor a partir de seus poemas...

…foi em um mês, em quatro finais de semana nós montamos os “Fuzis da Senhora Carrar” e “Nós os Aceitamos”... (Warde Marx)
...então, 33 anos depois, um grupo de aspirantes a atores e atrizes chamado turma 45, vindo de uma adaptação de Um homem é um homem de Brecht no 5º período, convida Warde Marx para ser seu diretor de formatura. Iniciam a pesquisa lendo Saramago, passam para Peter Weiss, mas não aguentam e acabam sedendo à leitura de peças de um certo alemão. Uma peça é lida... duas... três... e outras mais. Até que num certo momento se deparam com uma ópera chamada Ascensão e queda da cidade de Mahagonny!!! Não havia mais dúvida, Bertolt Brecht estava novamente no caminho daquelas pessoas. E eis que em 14 de agosto de 2011, data em que o mundo completava exatos 55 anos sem Brecht, estreia no teatro da Fundação, sob a direção do Warde e com o núcleo 45 em cena: MAHAGONNY!!!


Depois de toda essa exposição histórica, gostaria de lembrar a todos que a temporada de Mahagonny está chegando ao fim - apenas mais três apresentações...

SAB (15/10) 20h
DOM (16/10) 19h
SAB (22/10) 20h

Estão todos convidados!!!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

por Carolina Ferraresi

A luta pela Reforma na Fundação das Artes: últimas notícias

Nas últimas semanas, seguiram as negociações dos alunos pelo Movimento “Cultura é Educação”, com a Prefeitura de São Caetano do Sul, requerendo a reforma e ampliação da Fundação das Artes. No dia 13 de Setembro, alguns alunos se dirigiram à Câmara dos Vereadores da cidade, com o intuito de entregar a carta solicitando a Reforma. Fomos atendidos pelo assessor do vereador Paulo Pinheiro, Fernando, que nos pediu que retornássemos na semana seguinte, para conversarmos diretamente com o Vereador. Assim como o combinado, os alunos se dirigiram novamente à Câmara, e conversarm definitivamente com o vereador, que foi bastante receptivo e se mostrou solidário à causa. Lá, reafirmamos nossa intenção de entregarmos o abaixo- assinado e uma possível Manifestação Pública, caso nossos pedidos não fossem atendidos.

Uma semana depois, recebemos a notícia de que o sr. Paulo Pinheiro havia saído de seu Partido, o PTB, e seus funcionários haviam sido exonerados. Desta maneira, nossa preocupação agora era deixar claro que nossa luta não é partidária, e resolvemos conversar diretamente com o Chefe do Gabinete do Prefeito, Luiz Antonio Cicaroni, e o Presidente da Câmara dos Vereadores, Sidnei Bezerra, o Sidão da Padaria. Os alunos deixaram claro que nossos pedidos são de interesse público, e que nossa razão de procurá-los foi estabelecer um diálogo entre nós e o Prefeito.

Depois de nossa conversa, o vereador Sidão prometeu conversar com o Prefeito, e já nos adiantar uma resposta. No dia seguinte, como prometido, retornou o contato, e nos adiantou que a Reforma sairia, em março de 2012. Também sabemos que apenas a Reforma da Fundação não é de nosso interesse, se for esse o objetivo do Prefeito. Nossa luta é muito mais pela ampliação da Escola, para que ela possa oferecer conforto, acessibilidade universal e segurança para seus alunos, o que não é possível atualmente, dadas as condições já explicitadas anteriormente, e que não se cumprirá simplesmente com uma reforma.

Não iremos esquecer o prometido, e acompanharemos de perto as reuniões das Sessões da Câmara pelo fechamento do Orçamento para o ano que vem. Sabemos que uma data prometida não é garantia de cumprimento por parte da Prefetura, e devemos nos assegurar, oficialmente, da Reforma.

No próximo dia 8 de outubro, iremos realizar a contagem das assinaturas e ter uma prévia delas, às 10 horas, na Fundação das Artes. No dia 15 de outubro, já está agendado um Mutirão para conseguirmos mais assinaturas, e iremos até o Centro da cidade para arrecadá-las.

E assim, continuaremos acompanhando e fiscalizando a atuação dos responsáveis pelo bem-estar dos alunos da Fundação das Artes. Continuem acompanhando as próximas notícias.

Carolina Ferraresi é integrante da turma 46 de teatro da Fundação das Artes.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Por que a Fundação das Artes de São Caetano do Sul deve ser reformada?

Reforçando o post anterior da Ferraresi, segue um breve histórico do movimento que os alunos e a comunidade em geral tem feito em prol da reforma da Fundação e também o levantamento de algumas das principais agravantes que no âmbito da infraestrutura comprometem as atividades da escola.

A Fundação das Artes de São Caetano do Sul (FASCS) comemorou em abril 43 anos de atividade artístico-cultural na cidade, tendo oferecido, ao longo de sua história, formação técnica a muitos artistas dos mais diversos segmentos da arte como música, dança, teatro e artes plásticas. Além disso, na esféra sócio-cultural, oferece cursos livres de iniciação às artes para todas as idades. Produz, também, uma vasta programação cultural que vai desde espetáculos de dança e exposições de artes plásticas, entre outros, até um festival de teatro que, por meio de espetáculos, oficinas e bate-papos, há dez anos tem fomentado e aprofundado na região a reflexão acerca do fazer teatral. São essas algumas das ações que, ao longo de seus 43 anos, a Fundação tem implementado, passando pelas dimensões artística, cultural, social e educativa. No entanto, a escola tem passado por uma situação bastante incômoda e preocupante.


sábado, 27 de agosto de 2011

Galope Turma 51

E finalmente a Turma 50 pode recepcionar os novos alunos da Turma 51. Se prepararam durante as férias, pensaram com carinho e ontem puseram em prática as ideias. Quiseram ter um momento exclusivo só entre as duas turmas para depois os apresentarem ao resto da escola. E foi isso o que aconteceu antes desse momento:


A aula da turma 51 foi interrompida por uma mensagem em vídeo BEM SIMPÁTICA:

QUERO JOGAR UM JOGO

Com uma  lanterna e muito medo (licença poética #1), os calouros seguiram pela estrada de fita amarela até o saguão onde ficaram perdidos, até que um coelho os avisou que estavam atrasados. Galope sempre atrasa.

É TARDE
Enfim, o coelho os levou para um túnel do tempo, e pararam num lugar onde Xuxa e Maísa trabalham juntas. Pois é.

Playstation, playstation!

Beijinho, beijinho, tchau, tchau

Então, os novos alunos se apresentaram falando coisas importantes a respeito de suas vidas como estado civil, por exemplo. E então, Xuxa e Maísa conduziram várias brincadeiras infantis escolhidas pelos pupilos da turma 51. Até que uma multidão (licença poética #2) de alunos das outras turmas aguardavam ansiosamente a entrada ser liberada para a cerimônia de apadrinhamento e pelos quitutes!

Quando a entrada foi liberada, e todo mundo passou pelo túnel do tempo, acompanhe nas imagens:












A turma 51 não é muito grande. Deu um membro pra cada família da escola de Teatro: Manca, Tespis, Nem Aí, Saco-cheio, Nego Tota e Fajutos. E além dessa tradição, a turma 50 também apresentou a colcha da Fundação das Artes com o retalho deles lá costurado.



E claro, baladinha no palco! Até a Fundação fechar!

Que seja bem-vinda a turma 51! Esperamos que tenham gostado da recepção!

Todas as fotos foram postadas na Fanpage do blog no Facebook, curtam lá: http://www.facebook.com/teatroe


sábado, 25 de junho de 2011

Turmas 46 e 47 estreiam hoje!

Maçã e O último carro ficam em cartaz neste e no próximo final de semana. Programe-se e venha prestigiar!

Maçã - Turma 47

"Um papel branco e vazio que pedirá para ser preenchido e assim levará a letra e o pensamento"
Processo tão solitário e coletivo no qual no meio do caminho foi norteado pelo tema identidade... Qual a minha identidade quanto ator/criador? Qual a identidade do trabalho?Qual a minha maça neste processo? Eu/maça e minha utilidade como pessoa que vive e produz.
O processo do ponto de vista da estrutura cênica o processo teve como foco a relação do corpo com o espaço de encenação. Espaço que ocupo, espaço arquitetura, espaço que produz significado.
Algumas palavras e devaneios que fizeram parte do processo
"Nada disso existe na verdade, nem essa pessoa que aqui escreve "
"Identidade de descobrir identidades"
"Talvez ser nós mesmos seja agregar o que gostamos do outro em nós"
"Senti o aperto, o sentimento da perda de si mesmo"
"A troca de olhar me entrelaçou de um jeito, que não queria mais desgrudá-la."
"A menina mais triste que já segurou o martine, sem sapatos."
"Já deu a hora, pessoas me olham, será que estou mal vestida ou será que sou feia?"
Orientação – Melissa Aguiar

Elenco: Fábio Stancius, Lucianny Bianco, Marcelo Magalhães, Sérgio Sasso, Suelen Almeida e Thalita Marangon 

25 /06(sábado), às 20h
26/06 (domingo), às 18h e 20h
01/07 (sexta), às 20h
02/07 (sábado), às 18h e 20h
03/07 (domingo), às 18h e 20h
Sala 25. 90 min. 18 anos. Grátis.

O último carro  - Turma 46
Qual o destino do trem que governa nossas vidas? A analogia de um trem desgovernado e sem maquinista com o destino humano. Neste texto investigamos, através de personagens que fazem parte do nosso dia a dia mas que se tornam seres invisíveis, marginalizados e excluídos pelas próprias condições de nossa realidade, com a complexa relação do homem com seu destino e a luta pela simples sobrevivência. Quebrando as bases realistas e utilizando-se do recurso de aproximação e distanciamento revelamos o ator e personagem de uma forma ora cômica, ora lírica e ora trágica. Pretendemos trazer a reflexão de como traçamos nossas vidas e como o homem anula sua própria existência pela simples necessidade de sobrevivência. Parece sem lógica este raciocínio. Existência e sobrevivência deveriam coexistir, mas numa sociedade materialista com objetivos fúteis nós deixamos de nos perceber como seres para vida para nos tornarmos peças descartáveis de um sistema falido.

Texto: João das Neves
Orientação – Pedro Alcântara

Elenco: Anderson Galvão, Ângelo Mauriz, Arthur Martinez, Carolina Ferraresi, Cristina Chicon, Dani Spina, Felipe Menezes, Fernanda Peviani, Ingrid Daniele, Nathaly Léo e Rodrigo Freitas.

25/06 (sábado), às 20h30
26/06 (domingo), às 20h30
27/06 (segunda-feira), às 20h30
02/07 (sábado), às 20h30
03/07(domingo), às 20h30.
Teatro Timochenco Wehbi. 90 min. 16 anos. Grátis. 

Fundação das Artes de São Caetano do Sul
Rua Visconde de Inhaúma, 730 – Nova Gerty – SCS

terça-feira, 21 de junho de 2011

“O Último Carro” e a Turma 46

Por Carolina Ferraresi


Às vésperas de nossa estreia do Quinto Período na Fundação das Artes, nós, da Turma 46, deparamo- nos com a realidade e o impacto daquele texto em nossas próprias vidas. O texto, escrito por João das Neves na década de 70, é uma metáfora sobre o Brasil como um trem desgovernado. Além disso, retrata a realidade do país e seus tipos mais comuns: o operário, a prostituta, mendigos e trabalhadores, idosos e jovens, que se encontram em um mesmo e único lugar: o trem.

E qual a importância deste texto ainda hoje? Bem, durante nossos laboratórios, que realizamos durante o Semestre, e enquanto gravávamos os depoimentos e entrevistas nas estações, éramos levados a reconhecer os personagens daquele trem. A senhora que nos contou sobre sua vida, e a sofrida vida de sua filha enquanto dependia do transporte e acordava às cinco da manhã; o trabalhador que não tinha outra opção a não ser o trem; o grupo de jovens que usa o trem para ir para o trabalho, e aos finais de semana, para lazer; a mãe que utilizava o trem com seu filho; dentre outros, que eram exatamente o universo de que fala João das Neves.

No mês de junho, na fase final de nosso trabalho, tivemos de enfrentar mais um contratempo por conta do transporte público, e que nos levou de volta novamente ao “O Último Carro”: a greve que atingiu o ABC e a cidade de São Paulo, nos trens, metrôs e ônibus. A maioria de nossa turma depende desse serviço básico e todos foram afetados pela greve. Semanas mais tarde, um acidente entre um ônibus, que despencou de um viaduto em São Caetano do Sul, e colidiu com o trem que passava logo embaixo, novamente nos jogava na cara tudo aquilo de que fala o texto: estamos todos dentro de um trem, que descarrila em direção à morte.

Respondendo à pergunta feita anteriormente, e tendo em vista todos esses fatos acontecidos recentemente, podemos dizer que, sim, o texto é ainda muito atual. Todos nos identificamos com seus personagens e suas vidas. Estamos todos dentro deste mesmo trem. Alguns assumem o controle da situação, outros se deixam levar. Mas temos uma coisa em comum: seu destino final. Saber o que fazer durante seu trajeto é o que nos difere, e apenas isto.



Carolina Ferraresi é aluna do curso profissionalizante de Teatro da Fundação das Artes e integra a turma 46. Quer ver seu texto aqui? Mande para teatrofascs@gmail.com.



"O Último Carro"  estréia neste final de semana e terá  cinco apresentações. Confira as datas:
25/06 (sábado), às 20h30
26/06 (domingo), às 20h30
27/06 (segunda-feira), às 20h30
02/07 (sábado), às 20h30
03/07(domingo), às 20h30.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Turmas 49 e 48 iniciam a Mostra de Teatro neste fim de semana!

Neste sábado começam as apresentações da Mostra de Teatro do primeiro semestre de 2011. As primeiras apresentações são das turmas 49 e 48, segundo e terceiro período do curso profissionalizante, respectivamente.

Clique aqui e veja toda a programação da mostra que vai até o dia 03/07! Todas as apresentações são gratuitas.

A última flor
Dias 18/06 e 19/06 às 19h e 21h
Dia 22/06 às 20h
Sala 25. 80 min. 14 anos.

Concepção a partir dos textos de Tenessee Williams
Turma 49 da Escola de Teatro – FASCS
Orientação – Ana Paula Demambro

A ultima flor é o primeiro exercício da Turma 49. Em comemoração ao centenário de nascimento do dramaturgo americano Tenessee Williams o grupo investiga, a partir dos textos Um bonde chamado desejo e O quarto escuro, a interpretação e a estética realista.

Bailei no auto

Dias 18/06 e 19/06 às 20h15
Dia 20 (domingo), às 20h
Teatro Timochenco Wehbi. 120 min. 18 anos.

Textos de Julio Conte e Oduvaldo Vianna Filho
Turma 48 da Escola de Teatro – FASCS
Direção – Tin Urbinatti

O exercício teatral reúne textos de dois importantes dramaturgos brasileiros. Um deles é Bailei na Curva, de Júlio Conte, que tem como pano de fundo os fatos políticos a partir do golpe militar de 1964 até o movimento das Diretas Já, em 1984. O outro é o Auto dos 99%, escrita por Vianinha nos anos 60. A peça questiona e propõe uma reflexão sobre a educação no Brasil e o direito ao acesso às instituições de ensino superior público.

Endereço
Fundação das Artes de São Caetano do Sul
(Teatro Timochenco Wehbi e Sala 25)
Rua Visconde de Inhaúma, 730 – Nova Gerty – SCS

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Fábula²

Montar um espetáculo dá trabalho? E dois então? Nem se fala não é mesmo? Pois a turma 31 se formou com dois espetáculos, sendo um infantil e outro adulto. À tarde apresentavam-se com o espetáculo A menina e o Vento, de Maria Clara Machado, e à noite faziam a apresentação do clássico texto de Calderón de la Barca, A vida é Sonho.


Cena de A menina e o vento. Foto: Rafael Pileggi

Cena de Vida é Sonho. Foto: Rafael Pileggi
Inspirador, não é mesmo?

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Estão abertas as inscrições para os testes da Fundação das Artes!

No 2º Semestre de 2011, a Escola de Teatro abrirá novas turmas para seus cursos livres e profissionalizante.

Clique aqui e acesse o Hot Site para ter mais detalhes sobre os testes

O período de inscrições vai de 06 de junho a 07 de julho, de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h30 e, aos sábados, das 9h às 12h, na Secretaria da Fundação das Artes, situado à Rua Visconde de Inhaúma, 730, B. Nova Gerty, S. C. do Sul.

Para a inscrição é necessário trazer cópia simples dos seguintes documentos abaixo e realizar pagamento de uma taxa no valor de R$15,00.


Relação de Documentos
- Cédula de Identidade ou Certidão de Nascimento,
- CPF e um comprovante de residência;
- Duas fotos 3X4 e

Mais informações podem ser obtidas pelo fone (11) 4238-3030 ou no site www.fascs.com.br

A Fundação das Artes é composta por quatro escolas: Artes Visuais, Dança, Música e Teatro. Clique aqui para ter informações sobre os cursos oferecidos em todas elas.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Quinta Essência de Volta!

O projeto que abre espaço para os alunos se apresentarem às quintas-feiras no saguão da Fundação das Artes está de volta.

Quem quiser apresentar uma cena, recitar uma poesia, cantar, enfim. É um espaço de livre expressão artística. Valem apresentar cenas retiradas dos exercícios feitos em aula, de projetos de fora da escola.

Inscreva-se: procure a secretaria e marque a data da sua apresentação.

Hoje, na retomada do projeto,  parte do Núcleo 44 apresentou-se cantando algumas músicas do espetáculo Arritmia e sortearam um ingresso para  a peça.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Pronto para mudar

Será apresentado hoje no teatro da Fundação das Artes o espetáculo “Pronto para mudar” livremente inspirado na obra “Carta a una señorita en Paris”, de Julio Cortázar.

A peça nasceu do encontro de cinco artistas de origens, histórias, formações e experiências diferentes. As atrizes Mimi Bonnenfant, que vem da França, Michelle Gonçalves, de Belo Horizonte, e Priscila Jácomo, de São Paulo, encontraram-se com Janaína Leite e Juliana Sanches - integrantes do Grupo XIX de Teatro - em 2008, no Núcleo de Pesquisa “O limite como estudo”, orientado por estas, no espaço B_arco, durante três meses.

O espetáculo faz parte da programação de aniversário de 43 anos da Fundação das Artes. Muitos outros eventos gratuitos ocorrerão nessa semana! Clique aqui e confira!

Pronto para mudar
Com Janaina Leite, Juliana Sanches e Mimmi Bonnenfant
Dia 18 de abril, segunda-feira, às 21h na Fundação das Artes de São Caetano do Sul
Endereço: Rua Visconde de Inhaúma, 730 | Bairro Nova Gerty | São Caetano do Sul